sábado, 26 de fevereiro de 2011

quem não arrisca, não petisca.

(...) mas também é certo, se isso lhe serve de consolação, que se antes de cada acto nosso nos puséssemos a prever todas as consequências dele, a pensar nelas a sério, primeiro as imediatas, depois as prováveis, depois as possíveis, depois as imagináveis, não chegaríamos sequer a mover-nos de onde o primeiro pensamento nos tivesse feito parar. 



por José Saramago em "Ensaio sobre a cegueira"

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