sexta-feira, 29 de outubro de 2010

(in)sanidade (?)

Paradigma (do grego parádeigma) literalmente modelo, é a representação de um padrão a ser seguido.

Desde o nosso primeiro sopro que somos orientados para determinados costumes, guiados para sermos o que é "suposto", crescermos de acordo com "o que deve ser". No fundo, o vazio do nosso ser recém-nascido é preenchido, a pouco-e-pouco, por tudo o que é suposto ser "o ideal". Alguns, contudo, rejeitam os conteúdos estranhos, como que um transplante em que a compatibilidade não foi conseguida. Enveredam por caminhos estranhos e procuram algo além do conhecido. Serão esses, por isso, indignos de reconhecimento e louvor? Serão esses os loucos da sociedade? Cá para mim são o reflexo de tudo o que muitos querem ser, mas que não têm coragem de assumir. Dar "o" passo em frente e tentar? É f*dido.

2 comentários:

  1. O que dizes é verdade. Dar o primeiro passo nunca é fácil. Mas cada situação é única. Eu, por exemplo, tenho situações em que não penso nas consequências e outras em que sou obrigado a pensar. E não digo em casos que vão contra as 'normas sociais', mas sobretudo relativos aos casos do foro intimo. Até porque, muitas vezes, uma amizade é algo de tão importante que não o queremos estragar com uma realidade estranha para, pelo menos, um dos envolvidos.

    Acho que me fiz entender. Se não fiz, compra os apontamentos. São 5 euros :D
    Beijos***

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